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No friozinho de Gravatá, fondue e emoção: Taverna Suíça, um clássico reeditado

(25 de julho de 2011)


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A primeira impressão é sempre a que fica. No mundo dos sentidos gastronômicos, essa impressão vem em forma de aromas e perfumes,  que podem se tornar inebriantes e que seduzem antes mesmo de se experimentar o sabor de um prato, e que, indelevelmente podem marcar para sempre emoções e sensações.

Foi o que senti ao voltar à recém (re)inaugurada Taverna Suíça em Gravatá. Que emoção!!!… Tudo remonta à minha infância, à origem dessa experiência olfativa e gustativa, à lembranças, enfim, às férias que passava quando criança em Gravatá, nossa cidade serrana aqui em Pernambuco… Ah, sem falar que, quando adolescente, a azaração de Recife  rolava lá na serra…

Dizem: a primeira vez a gente não esquece… Foi o que experimentei logo que entrei na Taverna. A minha memória me levou a um passado de origens, inconsciente, onde ficou gravado pela primeira vez esse perfume que exalava da cozinha, um fantástico aroma de assados, de molhos, sabores genuinamente suíços… Foi aí que realizei: aqui, pela primeira vez, ficou gravado na minha mente aromas que exalavam da cozinha e que conquistavam, e, dos quais, nunca me esqueceria, pois me guiariam até hoje pelo universo dos prazeres gastronômicos…

Indescritível a emoção, após tantos anos de hiato, a sensação de rever a “nossa” Taverna Suíça, tão presente em gerações de pernambucanos que subiam a serra em busca de um friozinho… E ela estava lá intacta!!! E graças à visão de um comerciante local, Sérgio, que a adquiriu, mas que soube, com maestria reerguer esse “sonho” do passado, tal qual era na década de 70, 80, 90 para restaurar sua época áurea e nos remeter ao glamour que a Taverna experimentou… Tudo estava lá! Como antes! Aquela casa no melhor estilo rústico-suíço, com cara de chalé dos Alpes, com fotos dos cantões, de objetos da terra das montanhas geladas,  lareira, cucos, brasões etc. Tudo repaginado, novo mesmo, mas com a mesma cara. “Deu um trabalho enorme, reerguer esse lugar que estava acabado e deixar com a mesma cara de como era há trinta anos”, falou-me o Sérgio, que ainda recontratou boa parte da equipe que trabalhou na casa por trinta anos.

Tanto esforço foi recompensado, tal qual não foi nossa emoção (os três foram tomados e contagiados por esse sentimento) de voltar naquele lugar e encontrar tudo, tudo igual, inclusive com os mesmos perfumes que evocaram tantas emoções em nós. Além disso, a casa voltou a ferver de gente…, fila na porta nos finais de semana!

Há que se render homenagens ao seu Truan, fundador da Taverna, que, após ter cerrado as portas, voltou à sua terra natal, Suíça, mas que, com seu pioneirismo, emprestou sua colaboração e sua contribuição para que Gravatá se tornasse destino turístico no agreste e estância de inverno, que nos ensinou a apreciar os sabores ancestrais que faziam a sua história e inspirou muitas construções, condomínios  e “chalés” com seu estilo .

Fazia tempo que queria ir a esse local, desde que reinaugurou em abril/maio, voltar às minhas origens e o Guia Sabores – Rota 232, do qual já falei aqui no blog, deu lá seu “empurrãozinho”…

Já tardava da hora do almoço, quando chegamos lá. O menu insistia em nos remeter ao passado, então pedimos o consagrado steak au poivre para ver se era “igual”. A minha irmã, um fondue de carne.

Bem, não preciso dizer que, ainda que a fome ajudasse, o steak estava indecente e indescritivelmente saboroso, igual ao que se imortalizou em nossas memórias!!! Soberbo!! Tudo como dantes… Posso dizer que só comi algo assim na França… ainda que os franceses não atestem muito o que digo (rsrsrs)… Acompanhado de umas batatas assadas das quais foi impossível não lembrar.

Já o fondue nos provocava o olhar para darmos aquela “provadinha” (não ficou apenas em um só), ainda que não tivesse sido o nosso pedido. Irresistível… nos seduziu e, para nossa surpresa, de-li-ci-o-so!… Os molhos, irrefutavelmente saborosos e com um quê de gourmet: alho, beterraba, poivre…), faziam nosso divertimento e deleite. A batata chips, salgadinha, crocante e sequinha… crec, crec, quebrava e estalava em nossas bocas…, no ponto!

 

Nada seria capaz de tornar aquela tarde mais maravilhosa e nostálgica. A não ser pela ideia de pedirmos de sobremesa, tcharan!!!… Fondue de chocolate!!!

Fechou!!! Nada mais lúdico! Chocolate incrivelmente saboroso e refinado, de excelente qualidade, dos bons mesmo! E ele vinha devidamente “escoltado” por adornos ainda mais lúdicos! Jujuba,  biscoitos, licor de menta, alguns com toque regional, como a mariola, a bolacha folhada de Maragogi, e coquinho ralado (esse dava o toque especial no chocolate), além das tradicionais frutas, moraaaaangooo, Kiwi, abacaxi, banana, uva…

Tudo confluiu para tornar aquela tarde fria de inverno junino, um almoço caloroso e aconchegante!!!… Compartimos de companhia mais que preciosas e saudosas…

E depois, ainda nos depararmos com a vista da Serra das Russas e da Serra do Maroto…, vistas desse terraço todo de vidro, que foi agregado pela reforma… Pra ninguém botar defeito, viu?!

Claro, no final de semana passado estive novamente em Gravatá (por amor ao frio…rsrsrs) e, advinhem? Taverna Suíça: primeira parada! Aliás, parada obrigatória!

Desta vez, fomos de fondue, de queijo e de carne! Ah, e de sobremesa, guess what??? Novamente o indefectível fondue de chocolate!!! E seus inusitados e bem harmonizados (por incrível que pareça) acompanhamentos: jujubas, mariolas, bolachas de Maragogi… Divertido?!  E, sem culpa rsrsrs!…

Noite impecável, ao lado de pessoas maravilhosas, com bons e grandes motivos para celebrar…

Perdão, mas esse post, enfim, é especialmente para os pernambucanos que compartilharam essa experiência ao longo de tantos anos de memórias da Taverna Suíça

TAVERNA SUÍÇA

Endereço: BR 232, Km 78 (sentido Recife-Caruaru)

Gravatá – PE

Telefone: 81 35330299

COMO CHEGAR

1 comentário to “No friozinho de Gravatá, fondue e emoção: Taverna Suíça, um clássico reeditado”


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    Gostaria muito de está presente nesse dia que voces foram à TAVERNA SUIÇA, em GRAVATÀ ,PE.Foi um periódo de boas lembranças em nossas vidas nessa cidade,pois além dos benificios que cidade nos oferecia,havia também o aconchego com a família,principalmente nas nossas idas ao almoço na TAVERNA SUIÇA. Voces,ainda criança,onde reinava amor e união.
    Vá em frente,voce tem muita capacidade e estilo na redaçao,deixando o leitor satisfeito quando lê.Todos detalhes e as fotos são maravilhosas.
    Beijos,
    Neolydes

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